Amep contrata sistema para unificar dados geográficos e automatizar informações 24/04/2026 - 15:22

A Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep) deu mais um passo para a modernização da gestão territorial no Estado com a contratação de um Sistema de Informações Geográficas (SIG), chamado Amep Digital.

Coordenado pelo Departamento de Inteligência Geográfica (DIG) do órgão, o Amep Digital é uma iniciativa estratégica que utiliza a plataforma ArcGIS para unificar dados georreferenciados e otimizar o atendimento às demandas metropolitanas. O projeto terá um investimento de R$ 13,2 milhões e irá integrar informações de infraestrutura, zoneamento e planejamento em um ambiente digital único, garantindo maior precisão técnica, agilidade institucional e transparência de informações.

De acordo com o diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, o sistema, que já começou a ser implantado, representa o início de uma nova era. “Dentro dos próximos meses essa ferramenta irá permitir uma escalada na velocidade e qualidade das análises realizadas pela Amep nunca vista antes. Conflitos que levam dias para serem estudados poderão ser resolvidos automaticamente. Será um processo de modernização que irá mudar a realidade das regiões metropolitanas do Estado”, explicou. 

Um exemplo de como essa ferramenta poderá auxiliar em tomadas de decisões que são realizadas no dia a dia do órgão será na promoção de ajustes em linhas de ônibus.

Ao ampliar uma linha de ônibus o sistema poderá apresentar quantos quilômetros a mais esse ajuste representará na operação, quantas pessoas a mais serão atendidas, qual custo dessa mudança, se a mudança exigirá a inclusão de mais veículos na frota, se permite a integração com outras linhas, quais equipamentos públicos serão atendidos, entre diversas outras informações e, inclusive, trabalhar com diferentes cenários.

Outro marco da primeira fase do projeto será a implementação da Guia Metropolitana. O novo sistema permitirá a emissão automática deste documento, que serve como base fundamental para os processos de análise de parcelamento do solo da agência.

Com a automação da Guia, a Amep elimina etapas manuais de levantamento de dados geográficos, fornecendo de forma imediata as informações necessárias que subsidiam a posterior emissão de consultas e anuências prévias. Essa inovação deve reduzir significativamente o tempo de resposta interno neste processo que hoje é de aproximadamente 30 dias úteis, melhorando o fluxo de trabalho do órgão, e facilitando a vida do cidadão.

INFRAESTRUTURA E SUPORTE – O investimento contempla não apenas o licenciamento vitalício de softwares, mas também uma estrutura completa de hospedagem em nuvem e suporte técnico especializado por meio do Enterprise Advantage Program (EAP). O projeto busca consolidar a AMEP como um centro de inteligência geográfica, facilitando a governança entre os municípios e promovendo uma gestão metropolitana mais eficiente e baseada em dados reais e altamente atualizados.

PDUI – A implantação de um Sistema de Informações Geográficas foi uma das principais necessidades identificadas durante a elaboração do Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI) da Região Metropolitana de Curitiba, pois sua utilização permite integrar dados das mais diversas áreas e realizar análises multitemáticas da região.

Na área de Planejamento Territorial o sistema irá permitir a visualização e o cruzamento de dados relativos ao uso e ocupação do solo, parcelamentos urbanos, infraestrutura instalada, áreas ambientalmente protegidas, instrumentos urbanísticos aplicados e demais elementos relevantes à governança territorial.

Também serão incorporados dados fornecidos por concessionárias de serviços essenciais, como Copel, Sanepar, Compagas e operadoras de telefonia e internet, assegurando sempre a anonimização de informações sensíveis. Essa integração ampliará a capacidade de diagnóstico e monitoramento da infraestrutura metropolitana, favorecendo o planejamento urbano e ambiental em múltiplas escalas.

Já na área da Mobilidade Urbana, o sistema deve permitir a integração de dados de demais órgãos (DER, DNIT, PRF, DATASUS, Corpo de Bombeiros e prefeituras), permitindo um planejamento e a gestão eficiente dos deslocamentos metropolitanos. Com ele, será possível coletar, registrar, organizar e analisar dados acerca da segurança viária metropolitana, ampliar o acesso a essas informações tanto aos técnicos quanto ao cidadão metropolitano e, no futuro, o monitoramento em tempo real dos deslocamentos. 

Para a área da Habitação de Interesse Social, o SIG servirá como uma importante ferramenta na constituição de um banco de terras públicas permitindo um levantamento atualizado e qualificado das áreas, sejam vazias ou ocupadas, nas regiões metropolitanas, permitindo ainda uma sobreposição de dados sobre vulnerabilidades socioeconômicas, ambientais e de acesso à cidade.

Para o Desenvolvimento Econômico e Social das regiões metropolitanas, o sistema permitirá a integração de dados territoriais e econômicos, mapeando com precisão as principais cadeias produtivas com expressão metropolitana, identificar as obras de infraestrutura prioritárias, tais como rodovias, ferrovias, redes de energia, dutos, sistemas de saneamento e conectividade digital, viabilizando a consolidação de polos industriais regionais e o cruzamento dos dados relativos às projeções demográficas, concentrações populacionais com a capacidades de atendimento e locação dos equipamentos comunitários e sociais, dentre eles: educação, saúde, assistência social, segurança, cultura e lazer.

E no Meio Ambiente o Amep Digital deverá agilizar processos de licenciamento ambiental, permitindo uma integração entre Amep e o Instituto Água e Terra – IAT, assim como com os demais órgãos ambientais municipais, além de fortalecer o monitoramento ambiental metropolitano, estabelecendo uma rede estratégica de observação da qualidade da água, do solo, do ar e da cobertura vegetal no território e permitindo uma visão abrangente e sistêmica sobre a qualidade dos recursos naturais e dos ecossistemas na RMC.

Já na área da Mobilidade Urbana, o sistema deve permitir a integração de dados de demais órgãos (DER, DNIT, PRF, DATASUS, Corpo de Bombeiros e prefeituras), permitindo um planejamento e a gestão eficiente dos deslocamentos metropolitanos. Com ele, será possível coletar, registrar, organizar e analisar dados acerca da segurança viária metropolitana, ampliar o acesso a essas informações tanto aos técnicos quanto ao cidadão metropolitano e, no futuro, o monitoramento em tempo real dos deslocamentos. 

Para a área da Habitação de Interesse Social, o SIG servirá como uma importante ferramenta na constituição de um banco de terras públicas permitindo um levantamento atualizado e qualificado das áreas, sejam vazias ou ocupadas, nas regiões metropolitanas, permitindo ainda uma sobreposição de dados sobre vulnerabilidades socioeconômicas, ambientais e de acesso à cidade.

Para o Desenvolvimento Econômico e Social das regiões metropolitanas, o sistema permitirá a integração de dados territoriais e econômicos, mapeando com precisão as principais cadeias produtivas com expressão metropolitana, identificar as obras de infraestrutura prioritárias, tais como rodovias, ferrovias, redes de energia, dutos, sistemas de saneamento e conectividade digital, viabilizando a consolidação de polos industriais regionais e o cruzamento dos dados relativos às projeções demográficas, concentrações populacionais com a capacidades de atendimento e locação dos equipamentos comunitários e sociais, dentre eles: educação, saúde, assistência social, segurança, cultura e lazer.

E no Meio Ambiente o Amep Digital deverá agilizar processos de licenciamento ambiental, permitindo uma integração entre Amep e o Instituto Água e Terra – IAT, assim como com os demais órgãos ambientais municipais, além de fortalecer o monitoramento ambiental metropolitano, estabelecendo uma rede estratégica de observação da qualidade da água, do solo, do ar e da cobertura vegetal no território e permitindo uma visão abrangente e sistêmica sobre a qualidade dos recursos naturais e dos ecossistemas na RMC.

USO COLETIVO – Além do uso interno, o Amep Digital poderá ser acessado pela população para consulta de informações territoriais e utilizado por prefeituras municipais no auxílio de demandas locais.

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